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Facebook vai permitir a transmissão de suicídios e automutilação

  • 03:21
  • 22 maio 2017
O Facebook vai permitir que os usuários transmitam ao vivo cenas de suicídio e automutilação porque não quer censurar as pessoas que já estão em perigo.No entanto, as imagens serão removidas quando elas não tiverem mais a chance de receberem ajuda.
A informação é do jornal The Guardian que analisou mais de 100 manuais internos da rede social.





Você já denunciou uma publicação para o Facebook e recebeu como resposta que a postagem atendia aos padrões e não seria retirada do ar? Você ficou triste porque eram cenas que incomodavam você e não deveriam ser vistas por outras pessoas? A reportagem mostra que isso acontece porque o Facebook tem mais de 2 milhões de usuários e os os encarregados de analisar as postagens denunciadas tem apenas dez segundos para decidir se a imagem sai ou não do ar. 




O jornal falou com os funcionários da empresa que disseram que não é possível fazer o controle de tudo porque a rede cresceu demais. Ao mesmo tempo  Monika Bickert, responsável pelas políticas de utilização do Facebook, afirmou: “Não escrevemos as notícias que são lidas na plataforma”.
Crianças navegam pela rede e podem se deparar com essas imagens grotescas. Já que o Facebook não dá conta de ver tudo o que se passa na rede social, é melhor você ficar de olho na navegação do seu filho. Cabe a cada um de nós saber o que as crianças estão vendo e postando na rede.

LIVRO
Para entender melhor como o Facebook funciona, você pode ler o livro abaixo. Escrito de uma maneira fácil, ele ajuda a entender os efeitos que a rede provoca nas pessoas

O Efeito Facebook - Os Bastidores da História da Empresa Que Conecta o Mundo


O livro escrito por David T. Kirkpatrick conta como o  Facebook transformou-se numa empresa com milhões de usuários e obteve um dos mais vertiginosos crescimentos já registrados na história.  À medida que o Facebook conquista usuários e fãs, cria efeitos surpreendentes e já foi, inclusive, usado para a mobilização de manifestações e protestos políticos.


Olá!

  • 11:19
  • 21 maio 2017
Oi pessoal! Tudo bem?
Meu nome é Laiany, esposa do Leonardo, irmã da Lara e filha da Jucimara!  



                        (Falando nisso, olha a gente aqui)


Tenho 29 anos, sou formada em Relações Internacionais e Comércio Exterior e conclui o curso com uma monografia em Diplomacia Cultural. 
Trabalho como assistente administrativo em uma ONG e simplesmente amo tudo isso que graciosamente Deus tem permitido eu viver e aprender! 
Aliás, aprender é uma das minhas grandes paixões na vida! Por isso,nunca paro de estudar e buscar conhecimento.
Atualmente sou estudante de artes, cursando Desenho Livre na escola Bauhaus aqui da minha cidade. 
Nesse espaço vou falar de tudo que amo aprender e um pouco mais: Artes, design, criatividade, ilustração,  livros, séries, filmes e entrevistar pessoas que me inspiram!
Seja bem-vindo (a) e sinta-se em casa! Temos guloseimas, frutas para quem é fitness, água, chá, café e refrigerante também, por que não neh?! Rsrsrs 
Nossos encontros serão todos os domingos, as 17h00! Horário do tradicional chá da tarde inglês! =D
Posso te esperar?! 




Viu o noticiário? Eu vi e fiquei com medo

  • 00:38
  • 15 maio 2017
Você já teve insônia? Eu tenho desde que era menina e hoje estou com um das bravas. Foram apenas duas horas de sono. Levanto e vou ver o noticiário e parece que o mundo enlouqueceu ou estou vivendo em um filme de catástrofe de Hollywood.


Primeiro o alerta de que o ciberataque que atingiu o mundo todo, prejudicou hospitais, empresas e principalmente pessoas pode recomeçar nesta segunda-feira no momento em que as pessoas ligarem o computador de trabalho.
Tudo começou na Europa, mas se alastrou pelo mundo. Hackers travam os computadores de empresas corporativas e pedem resgate para liberarem o sistema. Estimativas calculam que diversos conglomerados pagaram e o grupo de criminosos, que não foi identificado,  ganhou milhões de dólares em poucas horas.


Segundo, o maluco da Coréia do Norte, que eu me recuso a dizer o nome, jogou um míssil perto da Rússia e o presidente Donald Trump convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) para aumentar as sanções contra o país.


Terceiro, Nícolas Maduro levou a Venezuela a bancarrota. As crianças estão morrendo, não existem recursos básicos para a população em um país que tem a riqueza do petróleo nas mãos.


Três fatos do noticiário que deixam qualquer ser humano triste. O que fazer? Não sei. Nós somos tão pequenos diante de tantas tragédias. Mudar o mundo é difícil, mas podemos mudar a nós mesmos nos concentrando na família, na pessoa mais próxima, na nossa própria vida.
Então, comece a semana com um sorriso, apesar de tudo. Abrace sua família. Viva em paz com as pessoas que estão ao seu redor. Bom dia e boa semana.

Livros para presentear as mães

  • 09:25
  • 07 maio 2017





Como conheci Guilherme Longo, que confessou ter matado Joaquim

  • 12:31
  • 30 abril 2017

No dia 05 de novembro de 2013, eu estava na redação do Jornal A Cidade, quando recebi a informação de que um menino havia desaparecido no Jardim Independência. O nome da criança era Joaquim Ponte Marques, 3 anos, dono de um olhar e um sorriso lindos.
Eu e o fotografo Firmino L. Piton fomos os primeiros a chegar no local. A maioria da imprensa iria começar a falar sobre o caso quatro horas depois.
Na casa simples, encontramos  dois policiais militares, Guilherme, Natália Ponte e o bebê do casal.
Natália estava apática, conversava pouco e eu a achei calma demais. Como mãe, eu estaria gritando o nome do meu filho e correndo de um lado para outro desesperada, mas não fiz juízo de valor porque cada um reage de uma maneira as tragédias da vida.
Guilherme chamou a atenção pela sua solicitude. Recebeu os dois repórteres educadamente e eu pedi para que ele nos fornecesse uma foto de Joaquim. Ele ligou o computador, mostrou as imagens e enviou uma delas para o jornal, para que pudéssemos divulgar que o menino estava desaparecido e quem sabe obter alguma informação sobre o paradeiro dele.


Em pouco tempo chegaram os pais de Guilherme e de Natália. A mãe dela estava inconsolável. Era a pessoa que tinha a reação mais lógica diante do desaparecimento.

Casa
A casa estava em ordem e eu cheguei a procurar o menino debaixo da cama. No banheiro encontrei uma calça dele e lençóis sujos de xixi.
Conforme o tempo passava, outros policiais militares chegaram e começaram a pressionar Guilherme. Eles já sabiam que o rapaz tinha envolvimento com drogas. Aliás, Natália conheceu e se apaixonou por ele durante um tratamento de reabilitação. Ela era psicóloga dele.
Ele contou que havia saído para buscar drogas e salientou que o menino talvez tivesse ido atrás dele. Mas como? A família encontrou a porta da sala destrancada, mas as grades de entrada da casa estavam fechadas com cadeados. Elas têm lanças nas pontas e seria bastante difícil a criança pular o alambrado.
Piton sugeriu que os policiais buscassem os cães farejadores para tentar uma pista do garoto. Eles disseram que não era possível. A sugestão do meu amigo foi atendida dias depois e foram localizados vestígios de que o garoto havia sido jogado no rio.


Durante toda a manhã, Guilherme e Natália permaneceram unidos. Eles foram levados até o córrego, onde o menino poderia ter sido jogado ou caído, e ficaram o tempo todo dentro da viatura policial.
A mãe de Guilherme, uma senhora educada e gentil, alertou o policial que comandava a equipe de buscas pelo rio que o filho era inocente e que a criança poderia ter sido sequestrada. Ele a olhou bem nos olhos e disse: "Seu filho sabe onde está o menino. Fale para ele contar". Ela apenas chorou.
Foi uma manhã impressionante e voltando no tempo eu me lembro dos olhos de Guilherme Ponte: calmos e límpidos, como se nada tivesse a esconder. Olhar que ao mesmo tempo alertava: ninguém pode ter essa passividade diante do desaparecimento de uma criança.
O tempo passou e muita coisa mudou. Sai do jornal, passei no concurso, ele foi preso, foi solto, confessou para uma produtora da Record o crime, fugiu, foi preso na Espanha. Tenho apenas uma certeza: Joaquim amava Natália, Guilherme e todos que passaram pela vida dele.
Quanto a Guilherme e Natália prefiro guardar para mim, os sentimentos que tenho em relação a eles. Que a Justiça seja feita.
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